Desejos Inconfessáveis

Desejos Inconfessáveis
Na vida todos temos um segredo inconfessável, um arrependimento irreversível, um sonho inalcançável e um amor inesquecível.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Vazio.


Oi, gente!

Hoje estou sem forças para postar tudo o que vem ao meu coração.
Estou com o coração apertadinho de tanta ansiedade e angústia.
A frase abaixo traduz um pouco do que estou sentindo no momento...

Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche...

Eis minha trilha sonora, que hoje me fez debulhar em lágrimas...

How Am I Supposed To Live Without You
Michael Bolton

I could hardly believe it
When I heard the news today
I had to come and get it straight from you
They said you were leavin'
Someone's swept your heart away
From the look upon your face, I see it's true
So tell me all about it, tell me 'bout the
plans you're makin'
Then tell me one thing more before I go

Tell me how am I suppose to live without you
Now that I've been lovin' you so long
How am I suppose to live without you
How am I suppose to carry on
When all that I've been livin' for is gone

I didn't come here for cryin'
Didn't come here to break down
It's just a dream of mine is coming to an end
And how can I blame you
When I build my world around
The hope that one day we'd be so much
more than friends
And I don't wanna know the price I'm
gonna pay for dreaming
When even now it's more than I can take

And I don't wanna face the price I'm
gonna pay for dreaming
Now that your dream has come true


Sem palavras...

Até outro dia.

Cathy.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Tuas Mãos...



Agora preciso de tua mão, não para que eu não tenha medo, mas para que tu não tenhas medo.
Sei que acreditar em tudo isso será, no começo, a tua grande solidão. Mas chegará o instante em que me darás a mão, não mais por solidão, mas como eu agora: Por amor.


Amei...
Todo o conjunto.
Tuas mãos? Mais ainda!
Foi melhor do que eu esperava. Pessoalmente, és mil vezes melhor.
Tão bonitinho... Tão gostosinho... Tão bacana!
Pena que as horas passaram voando!
Você é muito especial, nunca esqueça disso... Estarás pra sempre em meu coração.
Ficou o vazio, porque no fundo eu queria mais... Eu não queria ter que ir embora. Queria poder aproveitar os únicos dias, os únicos momentos que ainda restam...
Terei que aprender a conviver com a distância. É tão louco... É como se nos conhecêssemos há anos!
Mas está sendo intenso, pelo menos para mim... Deveras especial.
Foram poucas horas, mas o suficiente para me deixar ainda mais encantada, e orgulhosa de tê-lo em minha vida.
Não quero perder você... Já disse isso uma vez, não foi? Espero que não esqueças...
Já sinto saudades dos dias que não poderás estar aqui, comigo.
O tempo vai passar, e muitas águas vão rolar... Espero ansiosa que voltes, para ganhar um abraço muito mais apertado, e que enfim, possamos concluir o beijo que ficou no ar...

Estarei em sintonia contigo. Volte logo, para que eu não morra de tristeza!

Te gosto, MUITO!

Cathy.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Wuthering Heights.


"Heathcliff, sou eu, Cathy, eu voltei para casa
Sinto tanto frio, deixe-me entrar por sua janela
Heathcliff, sou eu, Cathy, eu voltei para casa
Sinto tanto frio, deixe-me entrar por sua janela..." (Wuthering Heights - Kate Bush)

Por onde anda meu Heathcliff?
Saudades.
Hunf...

Cathy.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Nada Como o Tempo...


Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
******
Ansiosa... Muito ansiosa!
Sabe o que é estar aflita, elétrica, agoniada, a ponto de revirar a cama a noite inteira, e não conseguir dormir?
Isto aconteceu comigo, de ontem pra hoje.
É uma profusão de pensamentos, e de perguntas sem respostas.
Concentração no trabalho? Impossível...
Por mais que eu tente não pensar, impossível deixar de olhar as horas, que a cada minuto se aproxima ainda mais do momento tão esperado...
E eu fico a me perguntar: E agora? O que devo fazer?
Fugir? Não...
Seria muita covardia.
Eu preciso ter coragem para enfrentar... Eu tenho que enfrentar...
Se eu agir como uma tola covarde, talvez tenha que me martirizar, sentindo remorsos, para o resto de minha vida...
E ficaria pensando: Meu Deus, como seria se eu tivesse seguido em frente? Seria bom, ou teria sido ruim?
Nossa... Conviver com essas dúvidas seria terrível, e não quero isso pra mim...
Então, sendo assim, seja o que Deus quiser...
Que venha o tão esperado!
Tentarei ficar firme e forte, de braços e coração abertos...

"Se tu vens às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz..."

Obrigada por me fazer TÃO feliz...

Beijos...

Cathy.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Quando a Chuva Passar...




"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida." (Clarice Lispector)

Sem palavras...
Apenas leia...
Apenas sinta...
Que está doendo, muito!

****
Pra que falar
Se você não quer me ouvir?
Fugir agora não resolve nada.
Mas não vou chorar
Se você quiser partir.
Às vezes a distância ajuda
E essa tempestade
Um dia vai acabar...

Só quero te lembrar
De quando a gente andava nas estrelas,
Nas horas lindas que passamos juntos.
A gente só queria amar e amar
E hoje eu tenho certeza: A nossa história não termina agora
E essa tempestade um dia vai acabar...

Quando a chuva passar,
Quando o tempo abrir,
Abra a janela e veja: Eu sou o Sol!
Eu sou céu e mar;
Eu sou céu e fim
E o meu amor é imensidão...

Até breve,

Cathy.


O Pequeno Príncipe.

Oi, Gente!

Lembrei de um livro que li há muitos anos atrás, em apenas um dia, e que guardo pra sempre na memória: “O pequeno Príncipe” de Antoine de Saint-Exupéry.
Um livro feito para crianças, mas que todo adulto deveria ler.
Uma leitura belíssima e inesquecível, que além de fazer bem à alma, nos traz ensinamentos necessários à nossa vida.
Aprendam com a raposa o verdadeiro sentido da amizade... Que o essencial é invisível aos olhos, e que não é possível conquistar o afeto de alguém, se não souberes cativar. Recomendo!
Não conheço uma pessoa sequer, que tenha lido este livro, e não tenho gostado.
Pretendo dá-lo de presente ao meu pimpolho, muito em breve!

Extraí do livro alguns trechos que AMO:

“Não soube compreender coisa alguma! Devia tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras. Ela me perfumava, me iluminava… Não devia jamais ter fugido. São tão contraditórias as flores! Mas eu era jovem demais para saber amar”

"Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo... Mas a raposa voltou a sua idéia: - Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música."

“Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me!
Os homens esqueceram a verdade, disse a raposa.
Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"


Lindo, não?

Beijos!!!

Cathy.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Eu Não Sei Perder...

Oi, Gente!

Estou me sentindo mal. Uma angústia terrível me sufoca. Vontade terrível de explodir em lágrimas. Odeio quando fico assim. Não gosto dessa fragilidade ridícula.
Poxa... Por que não consigo me controlar?
Pra certas coisas eu sou tão forte, pra outras...
Até pouco tempo atrás, estava bem. Conversava com uma amiga, dava gargalhadas, mas então, sem mais nem menos, parei de mexer na profusão de papéis em cima de minha mesa, não senti mais vontade de conversar, e comecei a divagar... Voltei ao passado e então... fiquei desse jeito.
Procurei em meus arquivos uma música, e acabei escolhendo a música de sempre. Sabe aquelas músicas que você escuta mil vezes, cansa os ouvidos de quem está próximo a você, mas que não lhe enjoa nunca? Então...
A música chama-se: "Um bom perdedor", do Bruno e Marrone.
Mas, ao contrário do que diz a letra, estou certa que o motivo disso tudo é que, eu não sei perder...

Eis a música...

Sei que você pensa em me deixar, e eu não vou impedir. Siga a sua estrela...
Em todo caso eu digo que ficarei aqui, neste mesmo lugar...
Se quem vai pode um dia voltar, então esperarei...

E quando alguém conquistar o seu amor, não serei mais quem hoje eu sou...
Acho que sei perder, acho que sei perder...

Já não é preciso disfarçar, essas lágrimas estão demais...

Se é hora de ir então, vá!

Sim é claro eu esperava te convencer, mas é bom deixar a água correr...
O que importa agora, as palavras que eu não pude dizer!

E se o vento hoje sopra a seu favor, eu não guardarei rancor...
Acho que sei perder e não será a primeira vez...

Hoje é você amanhã será quem for, for...
Serei um bom perdedor...
E meu mundo não vai mudar, até que alguém ocupe seu lugar...

Sim é claro eu esperava te convencer, mas é bom deixar a água correr...
O que importa agora, as palavras que eu não pude dizer...

Estou muito mal. Nervos em frangalhos...
Quando estiver me sentindo melhor, eu volto.

Abraços,

Cathy.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Diabetes Mellitus.


Oi, Gente!

Aqui no meu blog eu falo de tudo. Uso esta página como um diário, onde eu escrevo o que me der na telha.
Hoje deixarei meu fake um pouco de lado, e falarei um pouco sobre minha vida real.
Não sou diabética, mas familiares e a pessoa que mais amo nesta vida, sofrem com esta doença.
Eu acredito que seria interessante se todos entendessem um pouco do assunto, mesmo não sendo diabético.
Meu único filho, de 6 anos, é portador de Diabetes Tipo 1, e faz parte desses 5% a 6% da população dependente de insulina. Às vezes eu paro pra pensar, e por mais que eu tente, não consigo me conformar.
Mesmo com tantas pessoas ao meu redor dizendo: Deus sabe o que faz...
Eu preferia que fosse comigo. Daria tudo pra trocar de lugar com ele, e não vê-lo sendo furado várias vezes ao dia, ora com hipoglicemia, ora com hiperglicemia, tendo que controlar o tempo inteiro a alimentação.
Acho uma doença terrível, que amedronta e que me faz ter pesadelos todos os dias.
Faz tempo que não sei o que é dormir tranquilamente. É uma vigilância constante. Como é horrível despertar durante a madrugada com o filho tendo uma hipoglicemia... Pense na aflição e angústia que eu sinto, é terrível!
Confesso que mesmo tendo parentes portadores de Diabetes Tipo 2, e minha própria mãe, nunca tinha parado para entender melhor sobre a doença. Então, num certo dia quando meu filho deu entrada no pronto socorro infantil, com a glicemia em 560mg/dl, e foi diagnosticado diabético, é que fui obrigada a entender melhor o assunto. Só entendi a total gravidade do diabetes, quando quase perdi o meu filho... O mundo praticamente desabou sobre minha cabeça e fiquei sem chão.
As pessoas me param e perguntam: “Puxa, tão novinho e já diabético?” “Ele tem DM por causa da avó, né?” E mesmo eu dizendo que o caso do meu filho não tem nada a ver com histórico familiar, muitas pessoas ainda continuam sem entender.
É chato estar em determinados lugares, e as pessoas ficarem me olhando torto, com comentários indiscretos, fazendo perguntas desagradáveis, quando estou aplicando insulina no meu filho. A sociedade ainda é tão desinformada... Eu fico frustrada, querendo proteger meu filho dos comentários e de tantos questionamentos.
O que me ajudou bastante, foram as trocas que tive, pela internet, com mães de crianças portadoras de DM, os conselhos, a ajuda psicológica... Entendi que eu não era a única que passava por este problema. E consegui seguir adiante.

Como estou sempre pesquisando o assunto na internet, lendo relatos de pacientes, experiências, e estudos sobre tratamentos em busca da cura, encontrei um estudo bem legal sobre o Diabetes – Mitos e Verdades – e resolvi compartilhar com vocês.

Quem for diabético, tiver um filho diabético, ou simplesmente, convive com alguém que seja portador de DM, e tiver alguma história pra contar, pode ficar à vontade para deixar um comentário.

***
INTRODUÇÃO
O diabetes mellitus é um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por níveis aumentados de glicose no sangue (hiperglicemia) resultados dos defeitos na secreção de insulina, ação da insulina ou ambas. Normalmente uma determinada quantidade de glicose circula no sangue. As principais fontes dessa glicose são a absorção do alimento ingerido no trato gastrointestinal e formação da glicose no fígado a partir das substâncias alimentares.
A insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas controla os níveis de glicose no sangue regulando a produção e o armazenamento de glicose. No diabetes, as células podem parar totalmente de produzir-la. Isto leva a hiperglicemia. Os efeitos de longo prazo da hiperglicemia contribuem para as complicações macrovasculares (doença da artéria coronária, doença vascular cerebral e doença vascular periférica), complicações microvasculares crônicas (doença renal e ocular) e complicações neuropáticas (doenças dos nervos).
Acredita-se que existam cerca de 5 milhões de diabéticos no Brasil, hoje, sendo que metade não sabe que é portador da doença. 90% dos diabéticos são do tipo II, ou não dependente de insulina, 5% a 6% do tipo I, ou dependente de insulina, 2% do tipo secundário,ou associado a outras doenças e 2% a 3% do tipo gestacional, que é transitório e ocorre durante a gravidez. Entre os 30 e 39 anos de idade 2,6% dos brasileiros são diabéticos, mais ou menos uma em cada 40 pessoas. Entre os 60 e 69 anos, esse número sobe para 17,4% das pessoas, isto é uma pessoa em cada 6 é diabética. Todos os diabéticos do tipo I devem usar insulina. No diabetes tipo II, uma em cada quatro doentes precisa da insulina para controlar a doença.Metade dos novos casos de diabetes do tipo II poderiam ser prevenidos, simplesmente, evitando-se o excesso de peso e outros 30%, com uma atividade física compatível com a idade.
Essa doença é responsável por metade dos casos de amputação de membros, é a principal causa de cegueira adquirida (sem controle, em 15 anos, um quarto dos diabéticos se tornam cegos), e vai levar cerca de um quarto de seus portadores a desenvolver a perda da função dos rins após 15 anos de doença. Além disso, apesar de não se ter dados estatísticos são responsáveis por boa parte das mortes causadas por doenças cardiovasculares. Daí, é possível se avaliar a gravidade do diabetes, e a necessidade de se usar todos os meios disponíveis em seu combate.
Fatores de risco para o diabetes mellitus, o histórico familiar de diabetes, idade maior ou igual de 45 anos, glicemia em jejum prejudicada ou tolerância à glicose prejudicada e previamente identificada e hipertensão.
Como em diversas doenças, os mitos e verdades também cercam o diabetes. Por isso, conhecer bem o problema, praticar atividades físicas, ter uma alimentação saudável - livre de doces e massas - contribuem bastante para uma vida melhor dos pacientes.


Quem quiser ler mais, basta acessar o site: http://www.soartigos.com/artigo/7168/Diabetes-Mellitus/

Beijos,

Cathy.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Cansadinha!



Olá!
Resolvi dar uma pausa no trabalho. Estou tão cansada!

Ontem estive por aqui e fiz uma faxina geral.
Os amigos antigos, que ainda me acompanham, irão sentir falta de alguns posts... Alguns comentários picantes, outros, falando sobre coisas tristes que aconteceram em minha vida. Apaguei, porque acredito que não vale a pena ficar lembrando de coisas que me fizeram sofrer, e quanto às coisas picantes, melhor nem comentar....rs
Bola pra frente, né? O passado ficou para trás, eis que tudo se fez novo!

Assisti ao filme que passou ontem na Rede Globo, Divã. É antigo, mas só agora tive a oportunidade assistir. Amei. Ri que chorei. Uma fala que ficou gravada: “Lemos, você trepa?! Que bom que você existe!” kkkkkkkkk
Hilário. Lília Cabral arrasou. Show de interpretação, pra variar.

Estou precisando disso, assistir mais comédias, filmes de ação, suspense, e menos romances, pois estes me deixam numa tremenda melancolia... Ninguém merece!
Preciso também retomar minhas leituras. Uma amiga me emprestou um livro do Sidney Sheldon, e até hoje não passei da 5ª página. Em outros tempos, teria devorado em um único dia.
Alguém por aí tem um chá de coragem e energia que possa me recomendar?
Aceito todas as sugestões, desde que seja deveras eficaz. Preciso acordar, e dar um “chega pra lá” nesta inércia que anda a minha vida, e também no mau humor que muitas vezes toma conta de mim.
Estou me sentindo tão sobrecarregada pelas obrigações... Hunf!

Bom... Por hora chega.
Vou resolver algumas coisas por aqui... Depois eu volto!

Beijos.

Cathy.