
Às vezes sentimos uma angústia tão intensa que nos imobiliza e nos interrompe. Não sabemos o que devemos fazer, na verdade não sabemos o porquê de estarmos assim, simplesmente estamos.
É como se uma barreira invisível estivesse crescido em nós, ela nos sufoca, nos prende e nos impede de ser feliz. Não sabemos exatamente o que se passa, nem quando tudo isso começou, simplesmente nos demos conta de que nos encontramos nessa situação.
Ninguém pode acalmar o nosso coração ou curá-lo, não há uma dor física, não há um motivo explícito para tudo isso, não há uma causa compreensível, não há como descrever concretamente. É simplesmente um estigma, sem identificação, sem precedentes que se fixou em nós. Não é um sintoma efêmero, é uma síndrome que não conhecíamos e que não sabemos como tratá-la, como curá-la. Não há lágrimas caindo, há um coração triste que se consente, se cala, que guarda tudo para ele, que vai diminuindo aos pouco. Ele não se manifesta, não pede socorro vai apenas partindo-se em pedacinhos. Tentamos encontrar algo em que nos apoiar, mas é como se tivéssemos pisando em falso, não há nada, ninguém possa suportar o nosso peso, ninguém entende o que está se passando.
À noite as dores se acentuam, é um tormento, é uma tortura interna. Há muitos que estão ao nosso redor, mas nem por isso eles estão próximos, eles nos dizem que estamos desperdiçando nossas vidas, que somos ingratos, ou simplesmente nos ignoram.
Nesse momento passamos a duvidar de todo amor que dizem possuir por nós, afinal não o sentimos, eles não conseguem o transmitir a nós. Está faltando algo que não sabemos o que é. Não sabemos onde começarmos a procurar e nem se algum dia iremos encontrar. Não sabemos que atitudes deveremos tomar, ou se devemos fazer algo. O nosso único desejo é nos livrar dessa sensação, ela é insuportável, intolerável, nos consome por dentro. Queremos reaver o nosso coração, colocar a mão no nosso peito e senti-lo bater novamente. Queremos retribuir aquele sorriso pueril e doce que as crianças nos dão na rua.
Queremos voltar a ser crianças, não voltar no tempo, mas ver o mundo como olhos infantis, tão curiosos e inocentes. Queremos ser crianças para não termos culpa nem arrependimentos. Queremos soltar uma gargalhada e brincar, como se toda a vida se resumisse a isso; como se a maior gloria que pode haver é correr bem rápido no pega-pega ou arrumar o melhor esconderijo no esconde-esconde; como se ao ganhar alguma das tantas brincadeiras alcançássemos o sucesso que tanto almejaram para nós. Cansados de abraços vazios e palavras dissimuladas, queremos sentir o amor, na verdade queremos voltar a sentir, queremos nos sentir vivos, queremos nos sentir como alguém importante, queremos sentir que há gente que torce por nós, queremos sentir carinho por alguém, queremos sentir que há ainda muita coisa esperando por nós e que há ainda muito a ser feito. Essa é a única forma de voltar à vida, não precisamos nos importar como que os outros pensem, nem tampouco pensar demasiadamente no futuro.
Vamos viver a vida que está aí para nós. Vamos acordar de manhã e estranhar o mundo a nossa volta, afinal ele é tão incrível. Vamos nos livrar de todos os preconceitos e pré-noções que estão carregados em nós. Vamos fazer coisas que nunca fizemos antes. Não precisamos ter medo, não temos o que temer. Vamos olhar para cada coisa a nossa volta como se fosse a primeira vez que a víssemos. Vamos construir uma nova história, vamos construir a nossa história. E nessa história não haverá agonias inexplicáveis e nem estados permanentes de dor; haverá dias tristes e felizes, momentos bons e ruins e assim equilibrando os sentimentos da maneira correta poderemos encontrar essa tal felicidade...
(Autor desconhecido)
É como se uma barreira invisível estivesse crescido em nós, ela nos sufoca, nos prende e nos impede de ser feliz. Não sabemos exatamente o que se passa, nem quando tudo isso começou, simplesmente nos demos conta de que nos encontramos nessa situação.
Ninguém pode acalmar o nosso coração ou curá-lo, não há uma dor física, não há um motivo explícito para tudo isso, não há uma causa compreensível, não há como descrever concretamente. É simplesmente um estigma, sem identificação, sem precedentes que se fixou em nós. Não é um sintoma efêmero, é uma síndrome que não conhecíamos e que não sabemos como tratá-la, como curá-la. Não há lágrimas caindo, há um coração triste que se consente, se cala, que guarda tudo para ele, que vai diminuindo aos pouco. Ele não se manifesta, não pede socorro vai apenas partindo-se em pedacinhos. Tentamos encontrar algo em que nos apoiar, mas é como se tivéssemos pisando em falso, não há nada, ninguém possa suportar o nosso peso, ninguém entende o que está se passando.
À noite as dores se acentuam, é um tormento, é uma tortura interna. Há muitos que estão ao nosso redor, mas nem por isso eles estão próximos, eles nos dizem que estamos desperdiçando nossas vidas, que somos ingratos, ou simplesmente nos ignoram.
Nesse momento passamos a duvidar de todo amor que dizem possuir por nós, afinal não o sentimos, eles não conseguem o transmitir a nós. Está faltando algo que não sabemos o que é. Não sabemos onde começarmos a procurar e nem se algum dia iremos encontrar. Não sabemos que atitudes deveremos tomar, ou se devemos fazer algo. O nosso único desejo é nos livrar dessa sensação, ela é insuportável, intolerável, nos consome por dentro. Queremos reaver o nosso coração, colocar a mão no nosso peito e senti-lo bater novamente. Queremos retribuir aquele sorriso pueril e doce que as crianças nos dão na rua.
Queremos voltar a ser crianças, não voltar no tempo, mas ver o mundo como olhos infantis, tão curiosos e inocentes. Queremos ser crianças para não termos culpa nem arrependimentos. Queremos soltar uma gargalhada e brincar, como se toda a vida se resumisse a isso; como se a maior gloria que pode haver é correr bem rápido no pega-pega ou arrumar o melhor esconderijo no esconde-esconde; como se ao ganhar alguma das tantas brincadeiras alcançássemos o sucesso que tanto almejaram para nós. Cansados de abraços vazios e palavras dissimuladas, queremos sentir o amor, na verdade queremos voltar a sentir, queremos nos sentir vivos, queremos nos sentir como alguém importante, queremos sentir que há gente que torce por nós, queremos sentir carinho por alguém, queremos sentir que há ainda muita coisa esperando por nós e que há ainda muito a ser feito. Essa é a única forma de voltar à vida, não precisamos nos importar como que os outros pensem, nem tampouco pensar demasiadamente no futuro.
Vamos viver a vida que está aí para nós. Vamos acordar de manhã e estranhar o mundo a nossa volta, afinal ele é tão incrível. Vamos nos livrar de todos os preconceitos e pré-noções que estão carregados em nós. Vamos fazer coisas que nunca fizemos antes. Não precisamos ter medo, não temos o que temer. Vamos olhar para cada coisa a nossa volta como se fosse a primeira vez que a víssemos. Vamos construir uma nova história, vamos construir a nossa história. E nessa história não haverá agonias inexplicáveis e nem estados permanentes de dor; haverá dias tristes e felizes, momentos bons e ruins e assim equilibrando os sentimentos da maneira correta poderemos encontrar essa tal felicidade...
(Autor desconhecido)
2 comentários:
Ahã! Então você ainda entra aqui para ver se alguém ainda posta, não é?
O tempo tudo transforma.
As imagens e as memórias.
Cada um escreve a própria história.
Em qualquer ficção, assim como na vida real.
Tenha uma boa história.
Pax.
Saudades de você, meu amigo!!!
Deixarei uma resposta em teu blog.
Um forte abraço!!!
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